quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pioneiros - Saída de campo

O 1139 e a conquista da Independência
Data: 23 de maio de 2015

Horário: 16h às 22h
Local: Sede e terrenos limítrofes da Golegã
Secção: Pioneiros
 
Objectivos:
Aprofundar os conhecimentos sobre orientação; utilização de bússola; azimutes

Material:
A equipa de animação fornecerá uma caixa de  balões de água, instruções e mapa
Cada elemento deve levar:
- calçado e roupa prática
- t-shirt escutista
- lenço

 Cada equipa precisa de:

- Aplicação  Run Kepper em pelo menos 2 telemóveis
- 1 Bússola

Imaginário:
O século XII caracterizou-se por uma grande instabilidade na governação e independência do Condado Portucalense, pois aquando a morte de D. Henrique, o seu filho Afonso Henriques tinha apenas 4 anos, ficando o governo do condado entregue a D. Teresa, sua mãe.

D. Teresa, filha de D. Afonso VI, rei de Leão e Castela, aliou-se à nobreza da Galiza, pondo em risco a independência do Condado.

Durante todo o seu crescimento D. Afonso Henriques foi preparado para assumir o trono Portucalense. Ao atingir a idade pioneira dos 16 anos, assumiu o seu papel na  construção da independência e enfrentou as tropas apoiantes de sua mãe, na batalha de S. Mamede, em 1128, saindo vitorioso e assumindo a governação do Condado Portucalense.

Mas para concretizar a Independência D. Afonso Henriques necessitava de obter o reconhecimento de D. Afonso VII de Castela e continuar, para sul, a reconquista cristã sobre os Mouros, por forma a obter a confirmação do Papa.

Na movimentação para a conquista das cidades de Santarém e Lisboa, as tropas portuguesas foram surpreendidas por um elevado número de tropas Muçulmanas, acampadas junto à estalagem Venda da Golegã, na vila da Galega.

Perante tão elevado número de infiéis, D. Afonso Henriques solicitou apoio aos seus Escuteiros do Agrupamento 1139, que enviou 3 pequenas equipas, da sua comunidade de tropas especiais. A saber: Equipa Nelson Mandela; Equipa Amália e Equipa Manuel dos Santos.

Cada equipa encontrará no seu abrigo as estratégias de combate deixadas por D. Afonso Henriques.

Oportunidades educativas:
F2, F3
A1, A5,A6, A7, A8, A9
C1, C4, C5, C6
E3, E4, E7, E8
I1, I4, I7
S1, S2, S4, S5, S6, S7, S8

Boa Caça,
Cão Dinâmico

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Fura-bardos é a ave do ano!

 A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e o CNE renovaram a parceria da Ave do Ano, com o objetivo de proteger aves selvagens e os seus habitats, elegendo para 2015 o Fura-bardos.

Esta espécie, que apenas pode ser encontrada na ilha da Madeira e no arquipélago das Canárias é um exímio caçador. Ilustre desconhecido para muitos, pouco se sabe acerca do mesmo e, por esta razão, e na sequência dos incêndios que aconteceram nos últimos anos, está a decorrer, desde 2013, o projeto LIFE Fura-bardos.

A parceria com o CNE dirige-se a todos os exploradores/moços e, todos os anos, o projeto resultante desta conjugação de esforços adota o nome da ave do ano em questão. Este ano, o projeto chamar-se-á “Patrulha Fura-bardos”. O objetivo final é que os exploradores/moços concretizem com sucesso várias tarefas alusivas à espécie para, no final, obterem a insígnia com a imagem do Fura-bardos.

A obtenção da insígnia pressupõe a realização de quatro tarefas sobre a espécie, sem ordem específica, mas com uma data limite para a sua finalização. As tarefas deste ano são: elaboração de uma ficha de identificação da ave, elaboração de uma bandeirola, construção de uma máscara com materiais reciclados e o envio de um vídeo com o grito e lema da patrulha. Caso desejem, as patrulhas/tripulações poderão ainda desenvolver uma ação simbólica de plantação de uma árvore, contribuindo para a recuperação de áreas florestais.

Este projeto começa em março e estende-se até ao fim de junho, com a entrega das insígnias de participação em julho.

Para mais informações ou esclarecimentos sobre o projeto “Patrulha Fura-bardos”, contacta o Departamento Nacional de Ambiente ou a SPEA-Madeira .

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Trilhos da Natureza


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No sentido de proporcionar aos nossos associados uma oportunidade educativa única de vivência em campo, vimos por este meio divulgar um projeto desenvolvido pelo Departamento Nacional de Ambiente da Secretaria Nacional para o Ambiente e Prevenção, o Projeto Trilhos da Natureza.
O projeto “Trilhos da Natureza” visa a utilização do trilho como forma de conhecer e compreender a Natureza. O trilho é uma ferramenta pedagógica que permite uma grande aproximação ao espaço natural e por isso deve ser usado de forma responsável.
As ações deste projeto procuram essencialmente a dinamização das tradicionais caminhadas, a proteção da floresta, estimular o gosto pela aventura e o domínio das novas tecnologias.
Os caminheiros/companheiros são os principais destinatários deste projeto que organizados em equipas regionais são desafiados a implementar ações de verificação de percursos pedestres, implementação de trilhos sustentáveis, apoiar peregrinações, monitorizar “caches”, entre outras.
Este projeto tem como principal parceiro a Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP).
Mais informações consultar a circular 15-1-040.